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NOVENTA DIAS

Bill Clegg
Tradução: Pedro Maia Soares

R$ 64,90

/ À vista

Apresentação

Continuação do best-seller Retrato de um viciado quando jovem, relato da descida ao inferno de um brilhante agente literário nova-iorquino usuário de crack, Noventa dias é o diário da penosa recuperação do vício.

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Ficha Técnica

Título original: Ninety days: a memoir of recovery Páginas: 152 Formato: 14.00 X 21.00 cm Peso: 0.199 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 11/10/2013
ISBN: 978-85-3592-345-2 Selo: Companhia das Letras Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Continuação do best-seller Retrato de um viciado quando jovem, relato da descida ao inferno de um brilhante agente literário nova-iorquino usuário de crack, Noventa dias é o diário da penosa recuperação do vício.

Depois de narrar seu mergulho insano nas profundezas da droga, Bill Clegg descreve a batalha cotidiana para abandonar o vício do crack e do álcool. Ele está de volta a Nova York, após passar uma temporada numa clínica de desintoxicação, e tem um único objetivo na vida: completar noventa dias - apenas três meses - sem se drogar. Para o comum dos mortais, parece coisa simples. Para o viciado, é um trabalho de Sísifo, uma luta diária contra a fissura pela droga, contra a força magnética avassaladora que o leva a procurar traficantes e antros de junkies.
O autor narra com absoluta honestidade o drama monstruoso de sua vida, que a qualquer momento pode se transformar em tragédia. São muitas as recaídas, é insaciável a vontade da droga, é forte a tentação de acabar de vez com a vida, é penoso o retorno à superfície. Para Clegg, ficar sóbrio não depende apenas da tão alardeada força de vontade: ele precisa do suporte e da convivência de seus colegas de recuperação. O árduo caminho de volta passa pelo apoio de um "padrinho" a quem possa recorrer a qualquer momento de fraqueza, e pelo comparecimento a reuniões de viciados - duas, três vezes por dia -, em que o relato de cada um reforça a disposição dos outros de permanecer limpo.
São pessoas em situação igualmente precária, como Polly, a passeadora de cães com quem ele convive todos os dias e retrata com simpatia quase amorosa. É gente cujo maior ato de heroísmo, recebido com aplauso por todos os presentes, é anunciar na reunião que completou mais um dia sóbrio. Neste diário de franqueza pungente, por vezes inacreditável, Bill Clegg expõe as idas e vindas de uma jornada que não tem fim, que recomeça todos os dias, de uma vida que avança sobre o fio da navalha.