É contação ou mediação de leitura?
A mediação de leitura e a contação são práticas distintas, que podem se conectar em muitos pontos, mas que se distanciam em vários outros. E nos levam a pensar: afinal, porque narramos histórias?
Assista ao encontro com a Nobel de Literatura Svetlana Aleksiévitch que aconteceu em São Paulo logo após sua participação na Festa Literária Internacional de Paraty.
Svetlana foi uma das autoras que mais se destacaram no evento em Paraty, falando sobre as histórias emocionantes que recolheu para escrever seus livros, dois deles já publicados pela Companhia das Letras no Brasil: Vozes de Tchernóbil e A guerra não tem rosto de mulher. No primeiro, ela narra, através das vozes de centenas de entrevistados, as consequências da tragédia nuclear de Tchernóbil, ocorrida há 30 anos. Já no último livro lançado aqui, a jornalista apresenta um lado pouco conhecido da Segunda Guerra Mundial, narrado pelas mulheres que lutaram pela União Soviética. A Companhia das Letras ainda publicará mais duas obras de Svetlana Aleksiévitch.
A mediação de leitura e a contação são práticas distintas, que podem se conectar em muitos pontos, mas que se distanciam em vários outros. E nos levam a pensar: afinal, porque narramos histórias?
Representação e representatividade têm diferenças? Sim! E há muito o que se falar sobre especificamente quando ouvimos essas mulheres indígenas Carina Pataxó, Raquel Teixeira e Tai
Para ajudar professores a selecionarem as obras que serão trabalhadas e classe, listamos abaixo os livros de selos infantis da Companhia das Letras mais adotados na etapa do Ensino Fundamental. Confira: