O fio e os rastros, por Diogo Bercito
Diogo Bercito compartilha suas pesquisas e o contato com a natureza que marca "A solidão das aranhas".
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Publicado originalmente em 1976, Poema sujo transformou a paisagem da poesia brasileira com sua torrente arrebatadora de versos, expressão máxima de uma subjetividade convulsa pela atmosfera sufocante da ditadura. Neste vídeo, Ferreira Gullar conta como criou o poema, escrito enquanto estava exilado na Argentina.
“Sentia-me dentro de um cerco que se fechava. Decidi, então, escrever um poema que fosse o meu testemunho final, antes que me calassem para sempre.”
Diogo Bercito compartilha suas pesquisas e o contato com a natureza que marca "A solidão das aranhas".
Fabiane Secches apresenta os bastidores da escrita de "Ilhas suspensas", seu romance de estreia.
Anúncio do livro do líder político palestino Marwan Barghout pela Companhia das Letras