O fio e os rastros, por Diogo Bercito
Diogo Bercito compartilha suas pesquisas e o contato com a natureza que marca "A solidão das aranhas".
Quatro anos depois do premiado A resistência, Julián Fuks mantém a veia política de sua escrita narrando encontros com pessoas de uma ocupação no centro de São Paulo e as próprias relações familiares, como o pai hospitalizado e a gravidez da esposa. Se no romance anterior a palavra ‘resistência’ guiava a história de seu passado afetivo, agora é a ideia da ‘ocupação’ que media o texto do escritor paulistano.
A ocupação, que já está nas livrarias, é o tema da conversa com o escritor neste centésimo episódio da Rádio Companhia. No papo com Paulo Junior, Fuks fala da experiência do convívio com a Frente de Luta por Moradia, dos debates em torno de sua obra e de uma literatura o tempo todo ocupada pela política.
Ao fim da conversa, ouça um trecho de A ocupação na voz do escritor moçambicano Mia Couto.
Ouça no SoundCloud, iTunes, Deezer, Spotify ou no seu agregador de podcasts favorito.
Tem alguma crítica, elogio ou sugestão? Escreva pra gente no nosso e-mail, radio@companhiadasletras.com.br, ou nas nossas redes sociais.
Apresentação: Mariana Figueiredo
Roteiro e entrevista: Paulo Júnior
Edição: Central 3
Diogo Bercito compartilha suas pesquisas e o contato com a natureza que marca "A solidão das aranhas".
Fabiane Secches apresenta os bastidores da escrita de "Ilhas suspensas", seu romance de estreia.
Anúncio do livro do líder político palestino Marwan Barghouti pela Companhia das Letras