Brincar sozinho também pode ser bom
‘Jorge e Léo estão sempre juntos’, novo livro de Jon Agee, fala sobre o desejo de estar sozinho e mostra que estar junto não significa estar grudado
Um bom exemplo é Pedro Malasartes, cuja aparição é recorrente na tradição oral tanto da América Latina quanto da Europa e até da cultura Sufi. O homem que viaja para longe em busca de um tesouro que sempre estivera em casa e a sábia mulher, que deixa riquezas para atrás por amor, são outros dos personagens que se encontram neste livro.
Em sala de aula e em casa
Os contos de tradição oral da obra suscitam uma conversa com os alunos sobre pluralidade cultural, sentimentos e qualidades humanas e suas implicações. Repleto de metáforas, aforismos e lições, é possível refletir sobre a sabedoria, a ganância, a coragem – o que é um tesouro, afinal? O que os pequenos leitores pensam das trajetórias -e dos sentimentos- tão diversos dos personagens? O que ainda faz sentido hoje?
Procure conversar sobre a diferença entre as narrativas: a tradição oral, as narrativas escritas e a estética literária; o papel dessas histórias na época em que foram criadas e nos dias atuais. A reflexão sobre sentimentos e comportamentos ainda é preponderante na literatura? Que tradições orais as crianças conhecem? Que experiências de leitura mediada e não-mediada tiveram e como percebem as diferenças entre oralidade e textualidade?
‘Jorge e Léo estão sempre juntos’, novo livro de Jon Agee, fala sobre o desejo de estar sozinho e mostra que estar junto não significa estar grudado
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