Brincar sozinho também pode ser bom
‘Jorge e Léo estão sempre juntos’, novo livro de Jon Agee, fala sobre o desejo de estar sozinho e mostra que estar junto não significa estar grudado
Ilustração do livro "O domingo trocado" / Ruth Löbner (texto) e SaBine Büchner (ilustração)[/caption]
"Eu normalmente leio para eles na cama, à noite, antes de dormir. Era assim que meus pais liam para mim. Só leio para minha filha e meu filho os livros infantis de que eu gosto. Sempre leio uma vez sozinho antes de ler para eles, e se o livro passar no teste, lemos juntos. Normalmente, são livros sintéticos e gráficos, às vezes só de imagens (vamos inventando a história juntos), às vezes com algumas frases que logo se acabam e eles pedem de novo e de novo.
Quando a ideia é fazê-los dormir, tenho que cortar a interação e às vezes escolho algum livro mais longo e enfadonho para eles caírem no sono; vou “editando” para limar os absurdos que ainda encontramos com frequência por aí (esteriótipos de gênero e outras ideias ultrapassadas).
E as histórias inventadas são sempre um sucesso, porque acabamos colocando bastante deles e de coisas com que eles se relacionam facilmente ali no meio.
Ricardo Amado, 35 anos, arquiteto, pai de um menino de 5 e de uma menina de 3.
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