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RAÍZES DO RISO

Elias Thomé Saliba

Apresentação

Uma análise do humor brasileiro das décadas finais do Império até 1940, como parte importante da construção do imaginário e da cultura nacionais. Saliba revigora o estudo da história cultural e propõe ângulos originais de compreensão do Brasil e da visão de mundo dos brasileiros.

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Ficha Técnica

Páginas: 384 Formato: 16.00 X 23.00 cm Peso: 0.592 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 18/07/2002
ISBN: 978-85-3590-253-2 Selo: Companhia das Letras Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Uma análise do humor brasileiro das décadas finais do Império até 1940, como parte importante da construção do imaginário e da cultura nacionais. Saliba revigora o estudo da história cultural e propõe ângulos originais de compreensão do Brasil e da visão de mundo dos brasileiros.

O riso surge da estranheza e do imprevisto, mas é também invenção histórica. Em Raízes do riso, o historiador Elias Thomé Saliba analisa o humor que se criou no Brasil entre o final do século XIX e a década de 1940. Na imprensa diária ou semanal, nos palcos dos teatros de revista, gravada em discos, filmes e programas de rádio, a produção humorística desse período ocupou um amplo espaço na vida nacional, mas seus criadores quase nunca foram reconhecidos pela chamada alta cultura.Irreverentes e críticos, entretanto, os humoristas brincaram com a linguagem e com os costumes e fizeram a crônica de um período de profundas transformações históricas. Provocando o riso, contribuíram para forjar a identidade brasileira. O livro revela como a produção humorística brasileira atuou no processo de modernização do país, na criação de um novo jornalismo e no desenvolvimento de novos meios de comunicação, ao mesmo tempo que inovou no uso da língua, aproximando a cultura escrita da tradição oral.Saliba revigora o estudo da história cultural e oferece um texto pontuado por divertidas anedotas e caricaturas, capaz de nos fazer refletir - de ângulos originais - a respeito do Brasil e da visão de mundo dos brasileiros. Leitura gratificante, esta é uma bela demonstração do aforismo de Wittgenstein: "O humor não é um estado de espírito, mas uma visão de mundo".

Sobre o autor