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A BIBLIOTECA ESQUECIDA DE HITLER

Timothy W. Ryback
Tradução: Ivo Korytowski

R$ 77,90

/ À vista

Apresentação

Em A biblioteca esquecida de Hitler, Timothy Ryback mapeia as leituras do ditador alemão, destacando os autores e obras que exerceram maior influência sobre a formação do Führer.

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Ficha Técnica

Título original: Hitler's private library Páginas: 336 Formato: 14.00 X 21.00 cm Peso: 0.416 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 27/05/2009
ISBN: 978-85-3591-457-3 Selo: Companhia das Letras Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Em A biblioteca esquecida de Hitler, Timothy Ryback mapeia as leituras do ditador alemão, destacando os autores e obras que exerceram maior influência sobre a formação do Führer.

Sabe-se que as três bibliotecas particulares de Adolf Hitler, localizadas em Berlim, Munique e no refúgio de Obersalzberg, nos Alpes bávaros, chegaram a abrigar mais de 16 mil volumes. O mais enigmático dos genocidas do século XX possuía coleções completas de Shakespeare, Goethe, Schiller, Kant e Fichte, encadernadas com ostensivo luxo e assinaladas com o característico ex-libris nacional-socialista. Livros sobre ocultismo e misticismo racial também despertavam a atenção do leitor assíduo, porém caótico, que se vangloriava de ler ao menos um livro por dia.
Timothy W. Ryback, autor de The last survivor: legacies of Dachau, premiado em 2003 com o Hans Rosenberg Book Prize, dá merecido destaque aos livros que influenciaram a escrita de Mein Kampf na célebre prisão de Landsberg, depois do putsch frustrado de 1923, mas não deixa de mencionar curiosos volumes presenteados por admiradores e bajuladores, trechos assinalados por Hitler nas margens dos livros ou detalhes como a presença física do ditador num fio de cabelo encontrado em meio às páginas envelhecidas. Durante oito anos de incansável pesquisa em coleções públicas e particulares nos Estados Unidos e na Europa, Ryback rastreou desde os livros lidos pelo obscuro cabo-mensageiro Hitler, nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, até as consoladoras leituras dos dias finais no bunker de Berlim, em 1945. O trabalho do historiador e diplomata norte-americano foi altamente elogiado por Ian Kershaw, o maior especialista em Adolf Hitler da atualidade.

Sobre o autor