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LINGUAGEM DE SINAIS

Luiz Schwarcz

R$ 59,90

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Apresentação

Explorando a natureza fragmentária do passado, o editor Luiz Schwarcz reúne em Linguagem de sinais onze contos (ou seis contos e um quase romance) dedicados à memória e à ancestralidade, interligados pela voz de um mesmo narrador e por personagens recorrentes.

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Ficha Técnica

Título original: Linguagem de sinais Páginas: 104 Formato: 14.00 X 21.00 cm Peso: 0.159 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 02/09/2010
ISBN: 978-85-3591-732-1 Selo: Companhia das Letras Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Explorando a natureza fragmentária do passado, o editor Luiz Schwarcz reúne em Linguagem de sinais onze contos (ou seis contos e um quase romance) dedicados à memória e à ancestralidade, interligados pela voz de um mesmo narrador e por personagens recorrentes.

Em Linguagem de sinais, Luiz Schwarcz percorre os desvãos da lembrança com uma prosa conhecedora dos caminhos que levam dos fatos da realidade à ficção. A invocação de episódios autobiográficos marcantes - como o estranho caso do idoso desmemoriado num avião para Lisboa, deflagrador do livro - expõe a intimidade inerente ao tratamento ficcional da memória.
O livro, inicialmente concebido para ser um romance, conserva resquícios da forma original, trazendo contos associados pela recorrência de personagens e pela voz de um narrador que se depara com a irrupção inesperada do passado familiar. Em "Antônia", história que abre o volume e lhe dá o tom dominante, conhecemos o obsessivo personagem com quem o narrador dividiu seus anos de casamento. As figuras de Goya e Beethoven, gênios criativos que padeceram de surdez total, pairam sobre o enredo de amor e desilusão ocasionado pelas idiossincrasias dessa mulher enigmática. Especializada na linguagem dos surdos, Antônia e seus silêncios expressivos simbolizam a incomunicabilidade do amor tematizada por Schwarcz em textos como "O síndico" e "O cobertor xadrez". Em "Kadish", um cantor que sonhava em se tornar tenor de ópera e acaba convertido em cantor de sinagoga sintetiza a interpenetração entre ficção e realidade delicadamente operada no livro, aludindo à ancestralidade homenageada pelo autor.

Sobre o autor