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O SOL DO BRASIL

Lilia Moritz Schwarcz

Apresentação

A historiadora Lilia Moritz Schwarcz se debruça sobre a vida e a obra do pintor francês Nicolas-Antoine Taunay. Um ensaio agudo a respeito do imaginário francês sobre os trópicos, da arte neoclássica, e da vinda da família real portuguesa e do grupo que a historiografia batizou de "Missão Artística Francesa".

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Ficha Técnica

Título original: O sol do Brasil Páginas: 464 Formato: 16.00 X 23.00 cm Peso: 0.868 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 27/03/2008
ISBN: 978-85-3591-185-5 Selo: Companhia das Letras Ilustração:

SOBRE O LIVRO

A historiadora Lilia Moritz Schwarcz se debruça sobre a vida e a obra do pintor francês Nicolas-Antoine Taunay. Um ensaio agudo a respeito do imaginário francês sobre os trópicos, da arte neoclássica, e da vinda da família real portuguesa e do grupo que a historiografia batizou de "Missão Artística Francesa".

Nicolas-Antoine Taunay foi um artista acadêmico, do círculo íntimo de Napoleão e Josefina, que desembarcou no Brasil em 1816, acompanhado de outros pintores como Jean-Baptiste Debret e Grandjean de Montigny. Considerado o membro mais importante do grupo, trazia na bagagem a intenção de se transformar em pintor do rei.
Nunca existiu, porém, uma "missão francesa" nos moldes como a historiografia a caracterizou: d. João jamais contratou artistas para a sua corte, muito menos artífices do antigo inimigo francês, que forçara a vinda do monarca ao Brasil. Ao contrário, foram os artistas que se autoconvidaram, com o propósito de criar aqui uma Academia, igual à que existia no México.
Como a vinda desses pintores não era oficial, a eles só restaria a agenda da corte: as exéquias de d. Maria, a coroação de d. João e o casamento de d. Pedro, para os quais construíram cenários frágeis e misturaram os trópicos com modelos da Antiguidade grega e romana.
A vida de Taunay entre nós não foi fácil. Como homem da Ilustração, ele não encontrou lugar para os escravos em suas pinturas: se a natureza era imensa, já os escravos surgiam cada vez mais diminutos, quase borrões no meio da tela. Os trópicos pareciam difíceis de representar, e Taunay sempre reclamou da luz brilhante demais da América, dos verdes "excessivos" das florestas e do céu do Rio de Janeiro, que considerava absolutamente "exagerado". Por outro lado, a tão sonhada Academia não saía do papel, e, quando finalmente foi fundada, Taunay acabou preterido na estrutura da instituição.
Fartamente ilustrado - são 103 imagens em preto-e-branco e mais dois cadernos coloridos com 45 telas que o pintor realizou na Europa e no Brasil.

Sobre o autor