Home | Livros | Companhia de Bolso | MEU NOME É VERMELHO
CLIQUE PARA AMPLIAR
Ler um trecho

MEU NOME É VERMELHO

Orhan Pamuk
Tradução: Eduardo Brandão

R$ 74,90

/ À vista

Apresentação

Nesta obra clássica, o Nobel Pamuk conta uma história de amor com temperatura de romance policial e atmosfera de Mil e uma noites.

Frequentemente comprados juntos

Companhia de Bolso

Meu nome é Vermelho

Orhan Pamuk

R$ 74,90

Companhia das Letras

Reparação

Ian McEwan

R$ 99,90

Companhia das Letras

Neve

Orhan Pamuk

R$ 94,90

Preço total de

R$ 269,70

Adicionar ao carrinho

Você pode gostar também de

Companhia das Letras

Neve

Orhan Pamuk

R$ 94,90

Indisponível

Companhia das Letras

Istambul

Orhan Pamuk

R$ 89,90

Indisponível

Companhia das Letras

A casa do silêncio

Orhan Pamuk

R$ 84,90

Companhia das Letras

Uma sensação estranha

Orhan Pamuk

R$ 104,90

Companhia das Letras

O museu da inocência

Orhan Pamuk

R$ 99,90

Indisponível

Companhia de Bolso

Os versos satânicos

Salman Rushdie

R$ 69,90

Companhia das Letras

O Castelo Branco

Orhan Pamuk

R$ 69,90

Companhia das Letras

Grande sertão: veredas

João Guimarães Rosa

R$ 94,41

Companhia das Letras

O jogo da amarelinha

Julio Cortázar

R$ 124,90

Ficha Técnica

Título original: Benim adim kirmizi - pocket Páginas: 576 Formato: 12.50 X 18.00 cm Peso: 0.464 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 06/08/2013
ISBN: 978-85-3592-297-4 Selo: Companhia de Bolso Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Nesta obra clássica, o Nobel Pamuk conta uma história de amor com temperatura de romance policial e atmosfera de Mil e uma noites.

Narrativa policial, um amor proibido e reflexões sobre as culturas do Oriente se reúnem neste livro. Estamos em Istambul, no fim do século XVI. Para comemorar o primeiro milênio da fuga de Maomé para Meca, o sultão encomenda um livro de exaltação à riqueza do Império Otomano.
Na tentativa de afirmar a superioridade do mundo islâmico, as imagens do livro deveriam ser feitas com técnicas de perspectiva da Itália renascentista. As intenções secretas do sultão logo dão margem a especulações, desencadeando intrigas e o assassinato de um artista que trabalhava no livro. Ao mesmo tempo, desenrola-se o caso de amor entre Negro, que volta a Istambul após doze anos de ausência, e a bela Shekure.
Construída por dezenove narradores - entre eles um cachorro, um cadáver e o pigmento cuja cor dá nome ao livro -, a história surpreende pela exuberância estilística, que reflete o encontro de duas culturas.

"Surpreendente... belo... cativante... repleto de sublimidade e pecado." - Richard Eder, The New York Times Book Review

"O principal romancista de seu país... Sua eminência exala singularidade." - John Updike, The New Yorker

"Comovente e persuasivo. Intensamente contagiante. Um feito extraordinário." - Dick Davis, The Times Literary Supplement

Sobre o autor