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SEJAMOS TODOS FEMINISTAS

Chimamanda Ngozi Adichie
Tradução: Cristina Baum

R$ 42,90

/ À vista

Apresentação

O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres?

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Ficha Técnica

Título original: We should all be feminists Páginas: 64 Formato: 11.00 X 15.80 cm Peso: 0.057 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 18/02/2015
ISBN: 978-85-3592-547-0 Selo: Companhia das Letras Ilustração:

SOBRE O LIVRO

O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres?

Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente do dia em que a chamaram de feminista pela primeira vez. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. "Não era um elogio. 'Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: Você apoia o terrorismo!'." Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e - em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são infelizes porque nunca se casaram, que são "antiafricanas" e que odeiam homens e maquiagem - começou a se intitular uma "feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens". Neste ensaio preciso e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para mostrar que muito ainda precisa ser feito até que alcancemos a igualdade de gênero. Segundo ela, tal igualdade diz respeito a todos, homens e mulheres, pois será libertadora para todos: meninas poderão assumir sua identidade, ignorando a expectativa alheia, mas também os meninos poderão crescer livres, sem ter que se enquadrar em estereótipos de masculinidade. Sejamos todos feministas é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1,5 milhão de visualizações e foi musicado por Beyoncé. Leia um trecho do livro: A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos filhos de uma maneira diferente.

Sobre o autor