Home | Livros | Companhia das Letras | A BAILARINA DA MORTE
CLIQUE PARA AMPLIAR
Ler um trecho

A BAILARINA DA MORTE

A gripe espanhola no Brasil

Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling

R$ 72,90

/ À vista

Apresentação

Contundente retrato do Brasil durante a pandemia de gripe espanhola, A bailarina da morte investiga a doença mortal que há um século assombrou a humanidade e revela trágicas semelhanças com a covid-19.

Frequentemente comprados juntos

Companhia das Letras

A bailarina da morte

Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling

R$ 72,90

Companhia das Letras

Sobre o autoritarismo brasileiro

Lilia Moritz Schwarcz

R$ 64,90

Companhia das Letras

Brasil: uma biografia

Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling

R$ 92,90

Preço total de

R$ 230,70

Adicionar ao carrinho

Você pode gostar também de

Companhia das Letras

Notas sobre a pandemia

Yuval Noah Harari

R$ 34,32

Companhia das Letras

Um intelectual na política

Fernando Henrique Cardoso

R$ 77,90

Companhia das Letras

Contos completos

Liev Tolstói

R$ 219,90

Paralela

Amor(es) verdadeiro(s)

Taylor Jenkins Reid

R$ 41,93

Companhia das Letras

Eichmann em Jerusalém

Hannah Arendt

R$ 77,90

Companhia de Bolso

Capitães da areia

Jorge Amado

R$ 49,90

Indisponível

Pequena Zahar

Diário de Pilar na África

Flávia Lins E Silva

R$ 64,90

Indisponível

Companhia das Letras

Sejamos todos feministas

Chimamanda Ngozi Adichie

R$ 42,90

Companhia das Letrinhas

As aventuras do Capitão Cueca - Em cores!

Dav Pilkey

R$ 52,90

Companhia das Letras

Garota, mulher, outras

Bernardine Evaristo

R$ 87,90

Objetiva

Iludidos pelo acaso

Nassim Nicholas Taleb

R$ 69,90

Ficha Técnica

Páginas: 368 Formato: 21.00 X 14.00 cm Peso: 0.449 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 09/10/2020
ISBN: 978-85-3593-391-8 Selo: Companhia das Letras Capa: Victor Burton Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Contundente retrato do Brasil durante a pandemia de gripe espanhola, A bailarina da morte investiga a doença mortal que há um século assombrou a humanidade e revela trágicas semelhanças com a covid-19.

No início do século XX, uma doença chegou ao Brasil a bordo de navios vindos da Europa. A gripe espanhola, como ficou conhecida a explosão pandêmica de uma mutação particularmente letal do vírus H1N1, matou dezenas de milhares de pessoas no país e cerca de 50 milhões no mundo inteiro.
Altamente contagiosa, a moléstia atingiu todas as regiões brasileiras. A "influenza hespanhola" paralisou a economia e desnudou a precariedade dos serviços de saúde. Disputas políticas e atitudes negacionistas de médicos e governantes potencializaram o massacre, que vitimou sobretudo os pobres. Iludida por estatísticas maquiadas e falsas curas milagrosas, a população ficou à mercê do vírus até o súbito declínio da epidemia, no começo de 1919.
A partir de um vasto acervo de fontes e imagens da época, Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling recriam o cotidiano da vida e da morte durante o reinado de terror da "gripe bailarina", uma das maiores pandemias da história.

"Um atestado visceral de que não se lembrar da própria história é condenar-se a repeti-la. Nesta história com toques de ciência e por vezes ciência em contexto histórico, temos uma oportunidade para reconhecer que já estivemos aqui antes, numa pandemia que de fato concluiu um século. Quem sabe desta vez aprendemos a lição?" -- Suzana Herculano-Houzel

"Entre negação da ciência, curas milagrosas e uma doença que escancarou as desigualdades sociais da época, os historiadores do futuro, ao analisar a brilhante obra de Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling sobre a pandemia de 1918 -- escrita durante a pandemia de 2020 --, indagarão, perplexos: Mas como pode ser possível que, em cem anos, não aprenderam nada?" -- Natalia Pasternak

"Em um mundo já fragilizado pela Primeira Grande Guerra, a gripe espanhola colocou em evidência a vulnerabilidade humana diante de um novo vírus. Este livro narra com maestria as rotas e a velocidade de disseminação da doença, ao mesmo tempo em que acentua as dificuldades e os equívocos para seu enfrentamento no Brasil oligárquico da Primeira República. Convida-nos a refletir sobre o valor da imaginação histórica para a abordagem da crise contemporânea." -- Nísia Trindade Lima

Sobre o autor