Home | Livros | Zahar | VIDA A CRÉDITO
CLIQUE PARA AMPLIAR

VIDA A CRÉDITO

Conversas com Citlali Rovirosa-Madrazo

Zygmunt Bauman

R$ 79,90

/ À vista

Frequentemente comprados juntos

Zahar

Vida a crédito

Zygmunt Bauman

R$ 79,90

Zahar

Capitalismo parasitário

Zygmunt Bauman

R$ 59,90

Zahar

Vida em fragmentos

Zygmunt Bauman

R$ 99,90

Preço total de

R$ 239,70

Adicionar ao carrinho

Você pode gostar também de

Zahar

Capitalismo parasitário

Zygmunt Bauman

R$ 59,90

Zahar

A sociedade individualizada

Zygmunt Bauman

R$ 89,90

Indisponível

Zahar

Vida em fragmentos

Zygmunt Bauman

R$ 99,90

Indisponível

Zahar

A ética é possível num mundo de consumidores?

Zygmunt Bauman

R$ 79,90

Zahar

Vida para consumo

Zygmunt Bauman

R$ 79,90

Indisponível

Zahar

Cegueira moral

Zygmunt Bauman Leonidas Donskis

R$ 79,90

Indisponível

Zahar

A arte da vida

Zygmunt Bauman

R$ 69,90

Indisponível

Zahar

A riqueza de poucos beneficia todos nós?

Zygmunt Bauman

R$ 59,90

Zahar

Danos colaterais

Zygmunt Bauman

R$ 79,90

Indisponível

Zahar

Retrotopia

Zygmunt Bauman

R$ 69,90

Zahar

Sobre educação e juventude

Zygmunt Bauman

R$ 64,90

Zahar

Estranhos à nossa porta

Zygmunt Bauman

R$ 64,90

Ficha Técnica

Páginas: 252 Formato: 14.00 X 21.00 cm Peso: 0.352 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 13/08/2010
ISBN: 978-85-3780-265-6 Selo: Zahar Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Com sua habitual ousadia, Zygmunt Bauman analisa algumas das questões morais e políticas mais urgentes na atualidade. Instigado pelas perguntas inteligentes da jornalista e pesquisadora mexicana Citlali Rovirosa-Madrazo, o sociólogo fala, entre outros temas, da recente crise financeira mundial, do fundamentalismo religioso, e até de fenômenos que nunca havia
comentado, como a engenharia genética e a clonagem humana.
O autor desenha o cenário do mundo atual e explica como passamos de uma sociedade de produtores para uma de consumidores. Nesse panorama, homens e mulheres, velhos ou jovens,
se transformam numa verdadeira raça de devedores. E nos leva a refletir sobre como tudo - do terrorismo internacional à indústria de cosméticos, do declínio do Estado à ameaça do aquecimento global - atesta o fato de que nossas vidas, também elas, são vividas a crédito.