O fio e os rastros, por Diogo Bercito
Diogo Bercito compartilha suas pesquisas e o contato com a natureza que marca "A solidão das aranhas".

Voo cego, de Ivan Sant'anna e Luciano Mangoni
Em 25 de janeiro de 1990, o voo 52 da Avianca saiu do aeroporto El Dorado, em Bogotá, na Colômbia, com destino a Nova York. Era um dia chuvoso, com nevoeiro e fortes ventos, o que tornava a aterrissagem do Boeing uma manobra perigosa. Junte-se a isso o intenso tráfego aéreo do JFK e a dificuldade de comunicação dos pilotos colombianos - que não falavam bem o inglês - com os controladores de voo norte-americanos. Depois de uma tentativa frustrada de pouso, inexplicáveis eventos alteraram a vida das 158 pessoas que estavam no avião. Autor de três livros sobre desastres aéreos, em Voo cego Ivan Sant’Anna se juntou ao piloto Luciano Mangoni para reconstituir, passo a passo, a trajetória do AVA 052.
Nas ruas do Brás, de Drauzio Varella e Maria Eugênia
Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago
Longe da árvore, de Andrew Solomon
Diogo Bercito compartilha suas pesquisas e o contato com a natureza que marca "A solidão das aranhas".
Fabiane Secches apresenta os bastidores da escrita de "Ilhas suspensas", seu romance de estreia.
Anúncio do livro do líder político palestino Marwan Barghout pela Companhia das Letras