Home | Livros | Zahar | O EU SOBERANO
CLIQUE PARA AMPLIAR
Ler um trecho

O EU SOBERANO

Ensaio sobre as derivas identitárias

Elisabeth Roudinesco
Tradução: Eliana Aguiar

R$ 89,90

/ À vista

Apresentação

Ao fazer um balanço do tempo presente e das várias definições de identidade hoje possíveis, a renomada historiadora e psicanalista francesa Elisabeth Roudinesco analisa neste livro a natureza e os perigos do que chama de derivas identitárias.

Frequentemente comprados juntos

Zahar

O eu soberano

Elisabeth Roudinesco

R$ 89,90

Zahar

A parte obscura de nós mesmos

Elisabeth Roudinesco

R$ 82,90

Zahar

Sim, a psicanálise cura!

J.-D. Nasio

R$ 67,90

Preço total de

R$ 240,70

Adicionar ao carrinho

Você pode gostar também de

Brinque-Book

Eu sou assim e vou te mostrar

Heinz Janisch

R$ 59,90

Indisponível

Brinque-Book

Estrelas e planetas

Pierre Winters

R$ 57,90

Companhia das Letrinhas

A estranha madame Mizu

Thierry Lenain

R$ 49,90

Alfaguara

Feliz ano velho

Marcelo Rubens Paiva

R$ 62,90

Seguinte

Frankenstein

Mary Shelley

R$ 49,90

Companhia das Letrinhas

Ei! Tem alguém aí?

Jostein Gaarder

R$ 57,90

Companhia das Letrinhas

O gato malhado e a andorinha Sinhá

Jorge Amado

R$ 59,90

Alfaguara

Gótico nordestino

Cristhiano Aguiar

R$ 54,90

Pequena Zahar

Diário de Pilar na Índia

Flávia Lins E Silva

R$ 52,90

Companhia das Letras

Diário confessional

Oswald de Andrade

R$ 99,90

Companhia das Letras

O guarda-roupa modernista

Carolina Casarin

R$ 109,90

Ficha Técnica

Título original: Soi-même comme un roi: Essai sur les dérives identitaires Páginas: 304 Formato: 14.00 X 21.00 cm Peso: 0.373 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 15/02/2022
ISBN: 978-65-5979-053-1 Selo: Zahar Capa: Elisa von Randow Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Ao fazer um balanço do tempo presente e das várias definições de identidade hoje possíveis, a renomada historiadora e psicanalista francesa Elisabeth Roudinesco analisa neste livro a natureza e os perigos do que chama de derivas identitárias.

Depois de vinte anos, os movimentos de emancipação parecem ter mudado de direção. Já não se perguntam como transformar o mundo para que ele seja melhor, mas dedicam-se a proteger as populações daquilo que as ameaça: desigualdades crescentes, invisibilidade social, miséria moral. As pessoas exibem seus sofrimentos, denunciam as ofensas, dão livre curso a seus afetos, como marcadores identitários que exprimem um desejo de visibilidade. Em contraponto, consolida-se uma outra maneira de submeter-se à mecânica identitária: o isolamento. Essa é a tese de Elisabeth Roudinesco em O Eu soberano, livro provocador em que a autora se pergunta: o que fez com que os engajamentos emancipadores de outrora, notadamente as lutas anticoloniais e feministas, se fechassem de tal forma sobre si mesmas?

À luz de Freud e Lacan, das obras de Sartre, Simone de Beauvoir, Aimé Césaire, Fanon, Judith Butler, Foucault e Derrida, Roudinesco tece os fios que unem os debates acerca de identidade, gênero, raça, interseccionalidade, pós-colonialismo, nacionalismo, República, extremismo e religião, buscando identificar o significado das mudanças contemporâneas na relação com a alteridade.

Sobre o autor