Home | Livros | Companhia das Letras | A MORTE E A MORTE DE QUINCAS BERRO D'ÁGUA
CLIQUE PARA AMPLIAR
Ler um trecho

A MORTE E A MORTE DE QUINCAS BERRO D'ÁGUA

Jorge Amado

R$ 59,90

/ À vista

Apresentação

Jorge Amado narra nesta novela deliciosa o duplo óbito de Joaquim Soares da Cunha, vulgo Quincas Berro Dágua, cidadão exemplar que a certa altura da vida decide abandonar a família e a reputação ilibada para juntar-se à malandragem da cidade.

Frequentemente comprados juntos

Companhia das Letras

A morte e a morte de Quincas Berro D'água

Jorge Amado

R$ 59,90

Companhia das Letras

Gabriela cravo e canela

Jorge Amado

R$ 89,90

Companhia das Letras

Mar morto

Jorge Amado

R$ 84,90

Preço total de

R$ 234,70

Adicionar ao carrinho

Você pode gostar também de

Companhia das Letras

Tenda dos milagres

Jorge Amado

R$ 94,90

Indisponível

Companhia das Letras

Dona flor e seus dois maridos

Jorge Amado

R$ 99,90

Indisponível

Companhia das Letras

Gabriela cravo e canela

Jorge Amado

R$ 89,90

Companhia das Letras

Capitães da areia

Jorge Amado

R$ 69,90

Companhia das Letras

Tieta do Agreste

Jorge Amado

R$ 109,90

Companhia das Letras

Cacau

Jorge Amado

R$ 79,90

Indisponível

Companhia das Letras

Tereza Batista cansada de guerra

Jorge Amado

R$ 99,90

Companhia das Letras

Terras do sem-fim

Jorge Amado

R$ 79,90

Companhia das Letras

São Jorge dos Ilhéus

Jorge Amado

R$ 94,90

Ficha Técnica

Título original: A morte e a morte de Quincas Berro d'Água Páginas: 120 Formato: 14.00 X 21.00 cm Peso: 0.185 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 10/03/2008
ISBN: 978-85-3591-183-1 Selo: Companhia das Letras Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Jorge Amado narra nesta novela deliciosa o duplo óbito de Joaquim Soares da Cunha, vulgo Quincas Berro Dágua, cidadão exemplar que a certa altura da vida decide abandonar a família e a reputação ilibada para juntar-se à malandragem da cidade.

"Saí da leitura dessa extraordinária novela [...] com a mesma sensação que tive, e que nunca mais se repetiu, ao ler os grandes romances e novelas dos mestres russos do século XIX", declarou Vinicius de Moraes. Escrita em 1959, esta pequena obra-prima de concisão narrativa e poética é tida por muitos como uma das mais extraordinárias novelas da nossa língua.
Numa prosa inebriante, que tangencia o fantástico sem perder o olhar aguçado para as particularidades da sociedade baiana, Jorge Amado narra a história das várias mortes de Joaquim Soares da Cunha, vulgo Quincas Berro Dágua, cidadão exemplar que a certa altura da vida decide abandonar a família e a reputação ilibada para juntar-se à malandragem da cidade.
Algum tempo depois, Quincas é encontrado sem vida em seu quarto imundo. Sua envergonhada família tenta restituir-lhe a compostura, vesti-lo e enterrá-lo com decência; mas, no velório, os amigos de copo e farra dão-lhe cachaça, despem-no dos trajes formais e fazem-no voltar a ser o bom e velho Quincas Berro Dágua. Levado ao Pelourinho, o finado Quincas joga capoeira, abraça meretrizes, canta, ri e segue a farra em direção à sua segunda e agora apoteótica morte.

Vídeo