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Publicado em 1949, O aleph é considerado pela crítica um dos pontos culminantes da ficção de Borges. Nova tradução de Davi Arrigucci Jr.

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Ficha Técnica

Título original: O Aleph Páginas: 160 Formato: 14.00 X 21.00 cm Peso: 0.241 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 28/04/2008
ISBN: 978-85-3591-202-9 Selo: Companhia das Letras Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Publicado em 1949, O aleph é considerado pela crítica um dos pontos culminantes da ficção de Borges. Nova tradução de Davi Arrigucci Jr.

Em sua maioria, "as peças deste livro correspondem ao gênero fantástico", esclarece o autor no epílogo da obra. Nelas, ele exerce seu modo característico de manipular a "realidade": as coisas da vida real deslizam para contextos incomuns e ganham significados extraordinários, ao mesmo tempo em que fenômenos bizarros se introduzem em cenários prosaicos. Os motivos borgeanos recorrentes do tempo, do infinito, da imortalidade e da perplexidade metafísica jamais se perdem na pura abstração; ao contrário, ganham carnadura concreta nas tramas, nas imagens, na sintaxe, que também são capazes de resgatar uma profunda sondagem do processo histórico argentino. O livro se abre com "O imortal", onde temos a típica descoberta de um manuscrito que relatará as agruras da imortalidade. E se fecha com "O aleph", para o qual Borges deu a seguinte "explicação" em 1970: "O que a eternidade é para o tempo, o aleph é para o espaço". Como o narrador e o leitor vão descobrir, descrever essa idéia em termos convencionais é uma tarefa desafiadoramente impossível.

Sobre o autor