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/ À vistaPanorama peculiar do romance em uma época de transições radicais e cisões existenciais. A jornada pela qual Edwin Frank nos conduz em Mais estranho que a ficção mostra tanto o vigor da produção literária de nomes como Virginia Woolf e Chinua Achebe quanto rastreia a influência de Machado de Assis e Dostoiévski nas revoluções modernistas do século XX.
Por décadas, Edwin Frank coordenou uma coleção de clássicos modernos, que lhe permitiu uma visão privilegiada da literatura no século XX, período que, ele argumenta, começou ainda no XIX, quando Dostoiévski promoveu um mergulho delirante na interioridade em Memórias do subsolo.
O resultado dessa experiência, idiossincrático e pronto para despertar polêmicas, é "a história de uma forma explosiva em um mundo explosivo", na qual Frank evita jargão acadêmico e desconfia de "-ismos". Em Mais estranho que a ficção, ele nos apresenta, com insights brilhantes, clássicos modernos como se fossem novos lançamentos.